quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Produtos da Cia da Arte Sustentável

Abaixo estão explicitados alguns dos itens que serão produzidos e comercializados na Cia da Arte Sustentável.
 


Banqueta reconstruída com restos de azulejo

 
Poltrona de fibra de bananeira



Mesa reconstruída com restos de azulejo


Estante alternativa de Escada
 


 
Decoração com garrafas


Decoração com rolhas
 
 
Decoração natalina com lâmpadas

 
Cabide de Garfos

 
Copa de abajur com canudinhos

 
Mesa de carretal ou estante para livros

domingo, 23 de outubro de 2011

Conforto

1 Assim sendo, pôs o Senhor em execução a ameaça que, contra nós, havia pronunciado, e contra os nossos chefes que governavam Israel, os nossos reis e príncipes e todo Israel e Judá; 2 a ameaça de lançar sobre nós calamidades tais como nunca, sob o céu, ocorreram semelhantes ao que se passou em Jerusalém. (Foi visto realizar-se) o que na lei de Moisés se encontra: 3 chegar cada um de nós a comer a carne do filho ou da filha. 4 Entregou-os ao domínio de todos os reinos que nos cercavam, e os tornou objeto de opróbrio e maldição para todos os povos, em cujo meio o Senhor os havia dispersado. 5 Assim passaram a ser súditos em lugar de senhores, porque cometemos o pecado contra o Senhor, nosso Deus, e lhe desatendemos à voz. 6 O Senhor, nosso Deus, é justo. Nós é que hoje devemos corar de pejo, assim como nossos pais. 7 Aconteceram todas as calamidades de que nos ameaçara o Senhor. 8 E nós não (tentamos) abrandar a cólera do Senhor contra nós, renunciando aos pensamentos perversos de nosso coração. 9 E assim, o Senhor que velava sobre a calamidade, desencadeou-a sobre nós. Todavia, o Senhor é justo em todos os acontecimentos que nos impôs 10 porque nenhuma atenção prestamos ao seu aviso que consistia em seguir os mandamentos que o Senhor nos havia imposto. 11 E agora, Senhor, Deus de Israel, que fizestes sair o vosso povo do Egito pela força de vossa mão, com milagres e prodígios por um efeito do poder de vosso braço, que criastes um nome até hoje: 12 pecamos, é verdade, e procedemos como ímpios, Senhor, nosso Deus, praticando o mal contra todos os vossos preceitos. 13 Dignai-vos desviar de nós a vossa cólera, porque não passamos de uns poucos restantes entre as nações pelas quais nos dispersastes! 14 Atendei, Senhor, à nossa prece suplicante e, por vosso amor, salvai-nos. Fazei-nos encontrar perdão ante os olhos daqueles que nos deportaram, 15 a fim de que o mundo saiba que vós sois o Senhor, nosso Deus. Porventura não é de vosso nome que provém o de Israel e de sua linhagem? 16 Lançai, Senhor, o vosso olhar sobre nós lá do alto de vossa morada santa e atendei à nossa voz. Inclinai vossos ouvidos, Senhor, a fim de nos ouvir. 17 Abri os vossos olhos, e volvei-os sobre nós! Não são os mortos das moradas subterrâneas, cujo sopro se lhes desprendeu das entranhas, que rendem glória ao Senhor, (e louvam) sua justiça, 18 e sim a alma (viva), por mais acabrunhada que esteja de tristeza, aquele que caminha curvado e esfalfado, o olhar desfalecido, e a alma a penar de fome - estes vos rendem glória e louvam a vossa justiça, ó Senhor. 19 Não é em nome dos méritos de nossos pais e reis que vos apresentamos nossa súplica, Senhor, nosso Deus. 20 Pois (é com razão) que desencadeastes sobre nós a vossa cólera e furor, como o predissestes por intermédio dos profetas, vossos servos. 21 Eis o que diz o Senhor: dobrai a cerviz e servi ao rei de Babilônia; assim ficareis na terra que dei a vossos pais. 22 Se não atenderdes ao aviso que vos deu o Senhor, vosso Deus, de submeter-vos ao rei de Babilônia, 23 farei calar nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém os gritos de alegria e júbilo, o cântico do noivo e da noiva, e a terra inteira transformar-se-á em deserto inabitável. 24 Não escutamos, entretanto, vosso apelo para que nos submetêssemos ao rei de Babilônia. E executastes a ameaça que havíeis ordenado proferissem os profetas, vossos servos, de que os ossos de nossos reis e pais fossem arrebatados de suas sepulturas. 25 E lá estão eles, expostos ao calor dos dias e ao frio das noites, após a morte de nossos pais, no sofrimento cruel da fome, da espada e da peste. 26 Assim, foi por causa da malícia da casa de Israel e de Judá, que reduzistes o povo, que de vós recebeu o nome, ao estado em que hoje se encontra. 27 E ainda, foi pela vossa bondade e misericórdia, Senhor, nosso Deus, que agistes conosco, 28 como o declarastes por intermédio de vosso servo Moisés, no dia em que o impelistes a gravar por escrito a vossa lei na presença dos israelitas: 29 Se não escutardes a minha voz, esta grande e vasta multidão será reduzida a um punhado de homens entre as nações, pelas quais os dispersarei. 30 Bem sei que não me escutam. É um povo recalcitrante. Contudo, na terra do exílio, tomarão a peito esse caso, 31 reconhecendo que sou eu o Senhor e Deus. Dar-lhes-ei então um coração apto a compreender e dóceis ouvidos. 32 E lá na terra do exílio, render-me-ão louvores e se hão de recordar de meu nome. 33 Ante a lembrança do destino de seus pais que pecaram contra o Senhor, renunciarão às suas obstinações e ao seu perverso proceder. 34 Trá-los-ei então para a terra que, sob juramento, havia prometido a seus pais, Abraão, Isaac e Jacó. Dela retomarão posse, e eu lá os multiplicarei, e seu número não mais diminuirá. 35 Com eles estabelecerei eterna aliança; e serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E jamais expulsarei Israel, meu povo, da terra que lhe outorguei.

domingo, 28 de agosto de 2011

"Não me envergonho de mudar de ideia. não me envergonho de pensar. - Chico Anisio"

segunda-feira, 16 de maio de 2011

nada poderá me abalar, nada poderá me machucar... pois meu caminho e minha gloria são Tuas!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mudanças

Bom dia,

Estou de férias, e lembrei de você. Quanto tempo em? quase 2 anos? quanto tempo? uau.

As coisas mudam mesmo... Estive aqui pensando, nossa, como a minha vida deu uma reviravolta e ficou agitada e diversa nos ultimos tempos.
Grandes mudanças, desafios, novas caras, novos sentimentos... Tudo mudando, e eu aprendendo um pouquinho a cada dia.

Vamos lá então, deixa um resumir um pouco destes dois anos que se passaram. Comecei a trabalhar e vi que há uma outra realidade ( bem diferente dos contos de fadas que eu imaginava que seria a vida) lá fora.
As pessoas são frias, e algumas querem só pisar em vc. E o pior de tudo, é que você tem que agir da mesma forma em algumas situações, pois se não, o mercado de trabalho e as pessoas que o compõem se aproveitam e tiram vantagem na primeira oportunidade. Ufa, tenho que aceitar mas eu amadureci um pouco nesse tempo...

Comecei a faculdade. Confesso que no inicio me decepcionei um pouco com o curso, mas, estou adorando. É desafiador e exige muito suor e dedicação de todos os que realmente querem aprender lá.


Desafios para 2011? muitos.

Aprender a tocar violino
Emagrecer um pouquitxo ( ixi) :P
Me dedicar a faculdade.
Ler um pouco mais
* manter minha fé que a vida é muito mais do que a maior parte das pessoas acredita.

palavra para 2011: Renovação

Acho que por enquanto é só...

" A vida é um eco."




domingo, 30 de novembro de 2008

" Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos e não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conhecça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei [...]"

terça-feira, 23 de setembro de 2008

lalala

Estava precisando fazer uma faxina em mim… Jogar alguns pensamentosindesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meioenferrujados…
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões… Papéis de presente quenunca usei, sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancordas flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olheipara meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas… E ascoloquei num cantinho, bem arrumadas.
Fiquei sem paciência!… Tirei tudo de dentro do armário e fuijogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavrashorríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembrançasde um dia triste… Mas lá também havia outras coisas… e belas!
Um passarinho cantando na minha janela… aquela lua cor-de-prata,o pôr do sol!… Fui me encantando e me distraindo, olhando paracada uma daquelas lembranças. Sentei no chão, para poder fazerminhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que memagoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam naprateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora nomesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depoisver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando parao lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo oque é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinhode fé para os momentos que mais precisamos… como foi bom relembrartudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos,coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira dasminhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância,na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minhafrente, coloquei a minha capacidade de amar… e de recomeçar…